A Universidade de São Paulo (USP) foi a universidade brasileira mais bem classificada em todas as 11 áreas do conhecimento avaliadas pelo Times Higher Education no THE World University Rankings by Subject 2026, divulgado em 20 de janeiro.
O resultado consolida a USP como a principal referência acadêmica do país no cenário internacional.
Em quatro áreas, a instituição entrou no top 100 mundial:
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Direito: 52ª posição
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Educação: 61ª posição
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Medicina e Saúde: 81ª posição
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Artes e Humanidades: 96ª posição
Universidades dos Estados Unidos lideraram 8 das 11 áreas avaliadas. As exceções ficaram por conta de:
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Ciência da Computação e Medicina e Saúde, lideradas pela Universidade de Oxford
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Psicologia, liderada pela Universidade de Cambridge
O Instituto de Tecnologia de Massachusetts foi a instituição com mais lideranças, ocupando o 1º lugar em Artes e Humanidades, Negócios e Economia e Ciências Sociais.
O THE by Subject utiliza 18 indicadores, os mesmos do ranking global, adaptados às especificidades de cada área — que pode reunir diversos cursos. Em Medicina e Saúde, por exemplo, entram medicina, odontologia, enfermagem e áreas correlatas.
Os indicadores são organizados em cinco pilares:
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Ensino (ambiente de aprendizagem)
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Pesquisa (volume, renda e reputação)
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Qualidade da pesquisa (força, excelência e influência)
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Perspectiva internacional (docentes, estudantes e colaborações)
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Indústria (renda e patentes)
Desempenho da USP por áreas no Top 100
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Direito: 52
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Educação: 61
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Medicina e Saúde: 81
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Artes e Humanidades: 96
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Ciências Sociais: 101–125
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Ciências da Vida: 126–150
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Negócios e Economia: 126–150
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Engenharia: 251–300
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Psicologia: 151–175
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Ciência da Computação: 301–400
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Ciências Físicas: 301–400
O desempenho por áreas se soma a outros resultados recentes. No THE World University Rankings (ranking geral), divulgado em outubro, a USP foi a universidade latino-americana mais bem colocada, na faixa 201–250.
Já no THE Latin America University Ranking, publicado em dezembro, a instituição manteve a liderança regional, reforçando sua posição de hegemonia acadêmica na América Latina.


