Após 13 anos de espera, o Seattle Seahawks voltou ao topo da NFL!
Neste domingo (8), a equipe superou o New England Patriots por 29 a 13, no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia, e garantiu o título do Super Bowl LX.
O resultado marcou o segundo título da história dos Seahawks, repetindo o feito de 2013 e servindo como revanche da derrota sofrida para os Patriots no Super Bowl XLIX.
Desta vez, Seattle apresentou um desempenho consistente em todos os setores e controlou o jogo do início ao fim.
Campanha sólida e lugar entre os maiores campeões
A conquista coroou a boa temporada regular dos Seahawks, que fecharam com campanha 14-3, a mesma dos Patriots.
Com o título, a franquia de Seattle passou a integrar o grupo de equipes bicampeãs do Super Bowl, ao lado de Philadelphia Eagles e Baltimore Ravens.
Do lado de New England, a derrota impediu que o time se isolasse como maior vencedor da história da NFL. Os Patriots seguem com seis títulos, empatados com o Pittsburgh Steelers.
Mike Macdonald estreia com título histórico
Recém-chegado ao cargo de técnico principal, Mike Macdonald, ex-coordenador defensivo do Baltimore Ravens, conquistou seu primeiro Super Bowl aos 38 anos.
O treinador deu sequência ao legado deixado por Pete Carroll e conduziu a equipe a uma campanha vitoriosa logo em sua temporada de estreia.
Outro nome decisivo foi o kicker Jason Myers, responsável por 15 pontos ao converter cinco field goals, desempenho que resultou em um recorde histórico no Super Bowl.
Show do intervalo reúne grandes nomes da música
Além do espetáculo em campo, o show do intervalo chamou muita atenção no mundo todo!
A atração principal foi o porto-riquenho Bad Bunny, que animou o público no Levi’s Stadium fazendo uma verdadeira festa de valorização à cultura latina.
O evento ainda contou com participações especiais de Lady Gaga e Ricky Martin.
Confira a comemoração após vitória do Seattle Seahawks:
Como foi o jogo: defesa forte e controle dos Seahawks
Depois de oito anos, um Super Bowl voltou a terminar o primeiro tempo sem touchdowns, novamente com os Patriots em campo. Desta vez, porém, quem levou vantagem foram os Seahawks.
A partida começou marcada por uma batalha defensiva, com destaque para a pressão de Seattle.
O quarterback Drake Maye foi derrubado em três sacks ainda na etapa inicial. Aproveitando as oportunidades, Myers converteu três field goals consecutivos, incluindo um de 41 jardas, e abriu 9 a 0.
No terceiro quarto, o roteiro se manteve. Seattle ampliou para 12 a 0 com mais um chute certeiro de Myers, enquanto os Patriots seguiam sem pontuar.
O time de New England, inclusive, igualou um recorde negativo: desde 1974, uma equipe não ficava zerada nos três primeiros quartos de um Super Bowl.
Touchdowns definem o campeão no último quarto
O primeiro touchdown do Super Bowl LX saiu logo no início do último período. Sam Darnold lançou um passe de 16 jardas para AJ Barner, descrito como o “herói improvável” da noite, ampliando para 19 a 0.
Os Patriots reagiram em seguida, quando Maye encontrou Mack Hollins em um passe de 35 jardas para touchdown. Andres Borregales converteu o ponto extra, diminuindo a diferença. A tentativa de reação, porém, durou pouco.
Maye foi interceptado por Julian Love, e Seattle retomou o controle. Myers voltou a pontuar com seu quinto field goal, colocando o placar em 22 a 7.
Na sequência, após novo sack em Maye, Uchenna Nwosu retornou até a end zone para mais um touchdown, elevando a vantagem para 29 a 7.
Nos minutos finais, os Patriots ainda descontaram com um touchdown de Rhamondre Stevenson, mas o placar já estava definido:
29 a 13 para o Seattle Seahawks.
Título confirmado e nova página na história
Com o apito final, os Seahawks confirmaram uma vitória consistente e celebraram o segundo título do Super Bowl da franquia, encerrando um longo jejum e reafirmando sua força na NFL.


