O projeto DNA ART CAR, idealizado pelo DJ Vintage Culture, chega a Campinas (SP) em 6 de dezembro de 2025 com uma proposta ousada: transformar aeronaves reais em espaços de festa, arte urbana e experiências sensoriais.
Entre as principais atrações está um Boeing 727 da Varig, deslocado para o local do evento e convertido em área de descanso, com intervenções artísticas, espaço de convivência e a loja oficial do festival.
Outra aeronave será transformada em pista de dança, com curadoria dos grafiteiros Os Gêmeos, reforçando o conceito de art cars — veículos transformados em obras interativas.
Os ingressos já estão disponíveis no site, com valores a partir de R$ 300 + taxa (setor Pachamama, meia social, 9º lote). Acesse clicando aqui. A classificação etária é de 18 anos.
Atrações confirmadas
Além da apresentação de Vintage Culture, o festival terá performance ao vivo do artista brasileiro Sanches, que fará uma pintura em tempo real durante o evento.
A estrutura do DNA ART CAR é dividida em três áreas principais:
DNA
O palco principal, destinado ao set de Vintage Culture.
Favela Art Car
Uma segunda pista de dança que reúne artistas ligados à contracultura.
FCKR 100
Estrutura montada em avião que convida o público a dançar dentro dela.
O público também encontrará um espaço dedicado ao bem-estar, com práticas de defumação, casa de chá, oráculo, massoterapia e ritual do cacau.

Serviço
DNA ART CAR – Campinas
Data: sábado, 6 de dezembro de 2025
Horário: a partir das 21h
Local: São José Polo Campinas – São Paulo
Endereço: Fazenda Invernada do Sertão, Bairro do Fogueteiro – Campinas (SP)
Ingressos: a partir de R$ 300 + taxas (venda online). Acesse clicando aqui.
Quem é Vintage Culture?
Vintage Culture, nome artístico de Lukas Rafael Ruiz Hespanhol, é um dos DJs brasileiros mais reconhecidos internacionalmente.
Sua carreira ganhou força com remixes de faixas populares e músicas autorais que o levaram aos maiores palcos do mundo, incluindo Tomorrowland e Coachella.
Entre seus maiores sucessos estão o remix de “Another Brick in the Wall”, do Pink Floyd, além de “Save Me” e “Céu Azul” (com Santti).
O artista é conhecido por misturar elementos eletrônicos modernos com samples dos anos 70 e 80, fórmula que o colocou entre os DJs mais ouvidos globalmente.



