Trump recebe Messi na Casa Branca e pergunta: ‘Quem é melhor, Pelé ou Messi?’

Presidente dos EUA também cometeu gafe ao chamar o uruguaio Luis Suárez de brasileiro durante cerimônia com o Inter Miami

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu nesta quinta-feira (5) o argentino Lionel Messi e os jogadores do Inter Miami em uma cerimônia na Casa Branca, em Washington.

Durante o evento, o republicano fez uma pergunta que reacendeu um dos debates mais famosos da história do futebol.

“Vocês vão me chamar de velho, mas eu vi o Pelé jogar, lembram? Ele jogava pelo Cosmos”, disse Trump.

Na sequência, o presidente questionou: “Quem é melhor, Pelé ou Messi?”

Jogadores que estavam atrás dele responderam que o argentino seria o melhor. Trump então completou: “Eu acho que ele é. Mas Pelé era muito bom.”

Messi e Inter Miami na Casa Branca

Messi entrou ao lado do presidente americano na recepção oficial.

O evento marcou a homenagem ao Inter Miami, que conquistou o título da Major League Soccer (MLS).

Além do craque argentino, outros nomes conhecidos do futebol também participaram da cerimônia, entre eles Luis Suárez, ex-jogador do Barcelona, Grêmio e da seleção uruguaia.

Durante o discurso, Trump também protagonizou um momento curioso ao cometer uma gafe.

O presidente se referiu ao atacante Luis Suárez como brasileiro, apesar de o jogador ser uruguaio.

Suárez, que estava posicionado logo atrás do púlpito, reagiu com bom humor à situação.

Ao mencionar Pelé, Trump relembrou o período em que o brasileiro atuou pelo New York Cosmos, clube que marcou época no futebol norte-americano nos anos 1970.

Pelé jogou pela equipe entre 1975 e 1977, ajudando a popularizar o futebol nos Estados Unidos.

Trump nasceu e cresceu em Nova York e viveu o auge da passagem do brasileiro pelo país.

A visita de Messi não foi o primeiro encontro recente entre Trump e grandes nomes do futebol.

Em novembro de 2025, o presidente recebeu Cristiano Ronaldo na Casa Branca durante um evento com o príncipe saudita Mohammed bin Salman.

Meses antes, o craque português havia presenteado Trump com uma camisa autografada pedindo paz, poucos dias antes do início de ataques dos EUA ao Irã.

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