O Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 acontece entre 7 e 9 de novembro, no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, e deve movimentar até R$ 2,2 bilhões na economia paulistana, segundo estimativas da SPTuris (São Paulo Turismo).
O evento, que é um dos mais importantes do calendário esportivo nacional, vem registrando crescimento constante em público e impacto financeiro.
Desde 2022, o GP de São Paulo injeta mais de R$ 1 bilhão por ano na economia da cidade, com recorde histórico em 2024, quando atingiu R$ 1,96 bilhão, alta de 14,3% sobre o ano anterior.
Para a edição de 2025, o autódromo recebeu R$ 500 milhões em melhorias estruturais, com destaque para novas arquibancadas, reforço de acessibilidade e sistemas de energia mais sustentáveis.
A expectativa é receber cerca de 300 mil pessoas durante os três dias de evento. Um número que, se confirmado, estabelecerá um novo recorde histórico de público.
O prefeito Ricardo Nunes destacou a importância de Interlagos como símbolo de modernização.
“São Paulo recuperou o orgulho de ter um autódromo à altura da sua história. Interlagos deixou de ser um equipamento deficitário e passou a gerar resultados positivos para a cidade”, afirmou.
O perfil dos frequentadores também mudou ao longo da última década. Dados da Prefeitura mostram que:
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a idade média caiu de 44 para 35 anos;
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o público abaixo dos 29 anos passou de 27% para 33%;
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a presença feminina saltou de 7% em 2014 para 37% em 2024;
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e o índice de satisfação do evento é de 9,2 em uma escala de 0 a 10.
Com a crescente internacionalização do turismo de eventos e o protagonismo da Fórmula 1 no entretenimento global, o GP de São Paulo se consolida como o maior evento esportivo anual do Brasil e um dos mais lucrativos da América Latina.


